A menos de duas semanas do segundo turno das eleições presidenciais, a PEC que propõe o fim da escala 6×1 tornou-se um campo de batalha político no Senado Federal. Parlamentares aliados de ambos os candidatos intensificaram as manobras para influenciar o resultado da votação.
Defensores da proposta argumentam que a redução da jornada semanal é uma conquista para os trabalhadores e pode aumentar a produtividade no médio prazo. Opositores alertam que, sem medidas compensatórias como a desoneração da folha de pagamentos, a mudança pode elevar custos para as empresas e pressionar o emprego formal.
Para o setor de serviços e trabalho temporário, o desfecho da votação terá impacto direto sobre modelos de escala, contratos e estrutura de custos nas empresas associadas à CEBRASSE e entidades parceiras.
Fonte: Jornal Contábil




