Cebrasse participa de debate sobre impacto da reforma trabalhista nos setores produtivos

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Além do presidente João Diniz, evento contou com a presença da deputada federal Adriana Ventura e da desembargadora aposentada, e representante da Fiesp, Cristiana Matiolli

O Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo (Seac/SP) promoveu, no último dia 20, um debate com o tema ‘Os Impactos da política no direcionamento das relações trabalhistas’, que contou como um dos debatedores convidados o presidente da Cebrasse, o empresário João Diniz.

Além do presidente da Central, participaram do evento ex-desembargadora Maria Cristina Mattioli, do Conselho Superior de Relações do Trabalho da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a deputada federal Adriana Ventura (Novo/SP). De acordo com Luiz Luzzi, do Conselho Fiscal do Seac/SP, o evento é promovido tradicionalmente em setembro.

“O conteúdo do debate foi de alto nível. E uma das conclusões foi que não existe democracia nas relações trabalhistas. Existe, de fato, uma tutela do Estado através dos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – que norteiam as relações de trabalho. O grande problema é que o emprego está mudando rapidamente no mundo inteiro em virtude da tecnologia e o país precisa criar empregos para sua população economicamente ativa e o setor de serviços é essencial, pois é o maior gerador de postos de trabalho no Brasil”, afirmou Luzzi.

De acordo com Diniz, foram abordadas diversas questões importantes, entre elas a formação educacional. “Foquei em algumas questões educacionais, como as escolas em período integral e a formação de professores. Também abordei a questão da tecnologia substituindo mão de obra. Foi um momento muito interessante, com a participação de pessoal contratante de Recursos Humanos de muitas empresas”, explicou o presidente da Cebrasse.

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