EAC discute futuro do setor a partir da reforma tributária, com a reflexão “é a reta final ou um novo capítulo”

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A reforma tributária está no centro dos debates de todas as empresas brasileiras. E no setor de asseio e conservação, que congrega massa significativa de ativos nos setores público e privado país afora, este cenário não é diferente.

O SEAC (Sindicato das empresas de asseio e conservação do estado de São Paulo) promoveu nesta segunda-feira, 06 de outubro, importante palestra para discutir o assunto.

Para tanto, convidaram os especialistas renomados no tema, o dr. Renato Vilela Faria e a dra. Ana Claudia Argenta, ambos do Escritório MartinsVillac Advogados, que explanaram para um grupo de empresários aspectos sobre o futuro do setor a partir da reforma, com a reflexão “é a reta final ou um novo capítulo”.

A Reforma Tributária, instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023, é considerada a mais profunda reestruturação do sistema tributário brasileiro nas últimas décadas. Com a substituição de cinco tributos por um IVA dual, composto pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), o novo modelo promete simplificar o sistema, mas também traz desafios significativos para as empresas, sobretudo do setor.

“Estamos buscando um diálogo e entendimento técnico com o objetivo de garantir a manutenção dos milhares de empregos gerados pelas empresas do setor, sem perder a capacidade da oferta de serviço”, destaca o presidente da entidade patronal, Rui Monteiro.

O presidente da APREST, Gilmar Argenta, esteve presente na palestra, apontando caminho positivo das entidades patronais em torno do debate. “Não se pode definir uma reforma desta amplitude sem que todos os setores estejam devidamente equilibrados, organizados e protegidos para a transição. O SEAC acerta quando discute propostas e soluções que precisam ser acatadas pelo Congresso Nacional.

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