A internacionalização da educação foi o tema da live que encerrou a programação de agosto da Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP). O encontro online discutiu formação internacional, educação sem fronteiras e novas oportunidades para professores e instituições de ensino.
Participaram a presidente da FENEP, Amábile Pacios, o vice-presidente Lucas Machado e representantes da MUST University, Giulianna Carbonari e Silvio Meneghello.
Formação continuada e experiências internacionais
Durante a abertura, a FENEP destacou a formação de professores e gestores entre as prioridades da entidade. O tema está diretamente relacionado à necessidade de preparar escolas e profissionais para um ambiente educacional mais conectado.
Os participantes abordaram programas de formação acadêmica, experiências em outros países e as possibilidades abertas pela educação a distância. A tecnologia pode ampliar o acesso a cursos internacionais, inclusive para profissionais que vivem longe dos grandes centros.
O que significa internacionalizar a educação
A conversa ressaltou que internacionalização não se limita ao intercâmbio ou ao contato ocasional com profissionais estrangeiros. O processo envolve conhecer outras culturas, idiomas, modelos de ensino e formas de organização acadêmica.
Essa inserção pode contribuir para a qualificação docente, ampliar repertórios e criar novas perspectivas de carreira para professores e gestores.
Internacionalização também na educação básica
O debate não ficou restrito ao ensino superior. Os convidados analisaram o interesse de escolas de educação básica em conhecer experiências internacionais e desenvolver conexões com instituições de outros países.
Para mantenedores e profissionais da educação, esse movimento pode gerar parcerias, novos projetos pedagógicos e oportunidades de atuação. A FENEP encerrou, assim, sua programação mensal de lives com uma discussão voltada ao futuro das instituições particulares de ensino.
Fonte: FENEP.




