Presidente da Cebrasse questiona Geraldo Alckmin sobre desoneração da folha

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Presidente da Cebrasse questiona Geraldo Alckmin sobre desoneração da folha

Diniz acompanhou evento do SindiHosp, realizado no início dessa semana, com vice de Lula

Na terça-feira, dia 2 de agosto, o presidente da Cebrasse, João Diniz, participou do encontro organizado pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Laboratórios e Consultórios do Setor Privado de Saúde no Estado de São Paulo (SindHosp) com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, candidato à vice-presidência na chapa do petista Luis Inácio Lula da Silva. O objetivo do evento foi apresentar as necessidades do segmento.

Presidente da Cebrasse questiona Geraldo Alckmin sobre desoneração da folha

Durante a atividade, Alckmin frisou o compromisso de fortalecer a economia do país, defendeu uma agenda de competitividade que alavanque a economia e gere emprego e renda. De acordo com o candidato, Brasil desceu de um patamar de 12% de crescimento ao ano nos anos de 1970, para 2% ao ano. Por outro lado, outros países, como a Índia, crescem 8%. Segundo ele, entre as prioridades da economia está simplificação do sistema tributário, o fechamento de acordos internacionais e desburocratização.

E foi neste contexto da fala que o presidente da Cebrasse fez um questionamento importante: “Qual que é a proposta dos candidatos Lula e Alckmin para a desoneração da folha de pagamento?”, tema que afeta de maneira estrutural o setor de serviços. “Na resposta, Alckmin ressaltou a importância do emprego, mas não disse nada sobre o absurdo que é a taxação da folha em 43%”, relatou Diniz.

Presidente da Cebrasse questiona Geraldo Alckmin sobre desoneração da folha

O presidente da Cebrasse lembra que o Brasil, hoje, tem uma das maiores tributações de folha de pessoal do mundo, o que encarece e dificulta a geração de empregos formais no país. Ele lembra que esta é grande luta do setor de serviços, já que o grande insumo do setor é a mão de obra, diferente de outros setores da economia. Para o líder empresarial, a maioria dos políticos que não percebe a necessidade de desonerar folha pois acredita que empresário é só banqueiro ou industrial, quando, na verdade, grande parte das empresas estão no setor de serviços, especialmente as micro e pequenas empresas.

Por isso, a importância de o setor de serviços, que é o que mais emprega, arrecada e é responsável por dois terços da economia do país, além de ter a maior capacidade de gerar novos empregos com carteira assinada, supere a grande quantidade de impostos na folha de pagamentos, seu principal insumo”, disse João.

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