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| 05 de Junho de 2018 | ||||
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“Trazer a nossas organizações e clientes os conhecimentos do Primeiro Mundo” |
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“Oportunidade de conhecer como funciona o nosso setor em outro país” |
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Presidente da Fenavist participa da
cerimônia de abertura da EXPOSEC
23 de Maio de 2018

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O presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), Jeferson Nazário, foi uma das autoridades que participaram da abertura oficial da 21ª edição da EXPOSEC – Feira Internacional de Segurança na tarde do último dia 22 de maio. O evento, que ocorreu até o dia 24, no São Paulo Expo, em São Paulo-SP, apresentou o que há de mais moderno e avançado em tecnologia para os setores público e privado. Na cerimônia de abertura, o diretor comercial da Cipa Fiera Milano, organizadora e promotora da feira, Rimantas Sipas, agradeceu a equipe que, durante 12 meses, se dedicou para garantir o que há de mais moderno em segurança no mundo. Em sua 21ª edição, a feira entrou para o ranking internacional da Globex como a primeira em segurança no Brasil. Ao mesmo tempo, segundo Selma, a segurança eletrônica está em transformação “e fazemos parte dessa transformação”. “Tanto que vamos lançar, na quarta-feira (23), às 10 horas, o Comitê de Internet das Coisas, para mostrar o nosso engajamento no processo de modernização que tomou conta do mundo”, afirmou a presidente da Abese. Fonte: Assessoria de Comunicação da Fenavist |
ISS deve incidir sobre o “ad valorem”, reitera a entidadeEmbora a CPI da Sonegação Tributária na Câmara dos Vereadores, que investiga empresas de factoring, leasing e franquias, alvos de possível sonegação por dívida de ISS com o município, ainda esteja em sua fase inicial, o presidente do Sinfac-SP Hamilton de Brito Junior resolveu externar suas preocupações. “Compareceremos à próxima reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito no dia 7 de junho, a partir das 12 horas, atendendo ao segundo convite da CPI, pois a nossa entidade está atenta a esta questão, que atinge diretamente o setor e preocupa profundamente os empresários”, argumenta o dirigente. O Sinfac-SP percebeu pelas declarações dos membros da CPI que, em seu entendimento, a tributação do ISS deveria abranger também o fator de deságio. O SINFAC-SP pretende esclarecer que o ISS incide unicamente sobre a prestação do serviço –, pois o assunto já está pacificado em tribunais de Norte a Sul do país, incluindo o STJ. Além das decisões dos tribunais superiores, o entendimento do Sindicato baliza-se também na Lei Complementar nº 116/2003 e na Lei Municipal nº 13.701/2003 (código 17.22), que define os serviços prestados, não incluindo nesta classificação, a compra de direitos creditórios e a eventual remuneração pelo deságio de créditos. O Sindicato também lembrou que o “ISS não pode açambarcar a parcela relativa ao fator de compras – deságio, considerando ainda que sobre este incide o IOF – Imposto Sobre Operações Financeiras, sob pena de provocar conflito de competências às referidas leis”. Esta posição foi enfatizada pela entidade, em ofício enviado no dia 2 de maio ao vereador Ricardo Nunes, presidente da CPI da Sonegação Tributária, instituída na Câmara dos Vereadores de São Paulo para investigar a suposta sonegação do ISS. Em abril, o parlamentar havia remetido requerimento à entidade solicitando a relação de empresas da base representativa (associadas e não) localizadas na Capital, com razão social e CNPJ, assim como nome e CPF dos sócios. Este pedido foi negado pelo SINFAC-SP. “A política de confidencialidade do Sindicato, com respeito aos dados cadastrais de seus sindicalizados, impede, de forma voluntária, a disponibilização de tais dados. O descumprimento dessa política seria um ato de deslealdade com as empresas sindicalizadas”, justificou Hamilton, no mesmo ofício. A entidade argumentou à CPI que tais informações, inclusive de empresas não associadas ao Sindicato, podem ser facilmente obtidas no Cadastro de Contribuintes do Município (CCM) e na Junta Comercial do Estado de São Paulo. Temos conhecimento que a CPI solicitou do COAF o fornecimento das mesmas informações, e no decorrer dos trabalhos poderá solicitar a presença das empresas perante a CPI. |
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DESTAQUE DA MÍDIA |
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SPC: Golpe quebrou as empresas!O número de empresas com contas em atraso e registradas nos cadastros de devedores cresceu 8,40% em abril de 2018, ante o mesmo mês do ano passado. A alta foi puxada, principalmente pela região Sudeste, com crescimento do número de empresas inadimplentes de 15,20% na comparação anual. Nas demais regiões também houve crescimento, mas em patamares menores: 3,99% no Sul; 2,99% no Centro-Oeste; 2,16% no Nordeste e no Norte, 2,03%.
Os dados são do Indicador de Inadimplência da Pessoa Jurídica apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Na comparação mensal, isto é, entre março e abril de 2018, o indicador cresceu 0,27%. “Apesar da inadimplência ter crescido menos que no período mais agudo da crise, ainda há um aumento expressivo de empresas que não conseguem quitar suas dívidas. A expectativa é de que, com a retomada da atividade econômica, a situação financeira das empresas melhore, reduzindo a inadimplência”, avalia a economista-chefe do SPC Brasil. Marcela Kawauti. Dados regionais mostram ainda que a inadimplência entre empresas continua crescendo em quase todas as regiões do país, muito embora a taxas menores do que as observadas no auge da crise. Na comparação anual, isto é, entre abril de 2018 e o mesmo mês do ano anterior, o volume de dívidas atrasadas de pessoas jurídicas teve um aumento de 7,14%. No Sudeste, o avanço de 14,38% ficou bem acima da média nacional. Na sequência aparecem as regiões Sul, que registrou avanço de 3,10% na mesma base de comparação, Centro-Oeste (1,34%), Norte (1,09%) e Nordeste (0,70%). Setor de serviços lidera aumento da inadimplência; em média cada empresa devedora possui duas dívidas registradas Os dados do Indicador ainda mostram que serviços foi o setor credor que registrou maior crescimento da inadimplência, apresentando variação de 8,76%. Em seguida vem a indústria (7,28%) e o comércio (2,91%). Em termos de participação no total de dívidas, o ramo de serviços também lidera, em contrapartida de 69,61% das dívidas em atraso. Em segundo lugar está o comércio (16,97%), acompanhado da indústria (12,41%). Na média, cada empresa inadimplente possui duas dividas registradas no banco de devedores
Barroso afirma que terceirização por estatais deve obedecer à Constituição
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CENTRAL BRASILEIRA DO SETOR DE SERVIÇOS – CEBRASSE |








28 de maio de 2018

