Presidente da Fenaserhtt diz que afastamentos pela variante Ômicron ainda não comprometem o setor

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Vander Morales. presidente da Fenaserhtt e diretor executivo do Sindeprestem
Vander Morales. presidente da Fenaserhtt e diretor executivo do Sindeprestem

Vander Morale ressalta a importância da imunização e acredita que pandemia se aproxima do fim

Como previsto por médicos e especialistas entrevistados pelo Cebrasse News nas últimas semanas, o pico de contaminação da variante Ômicron do novo coronavírus deve ocorrer durante este mês de fevereiro. No Brasil há cerca de dois meses, a nova cepa registrou, no fim de janeiro, 300 mil casos diários de infecções do coronavírus.

Ainda assim, líderes do setor de serviços têm avaliado que os reflexos no segmento estão sob controle. Essa também é a opinião do presidente da Fenaserhtt e diretor executivo do Sindeprestem, Vander Morales.

“Dessa vez não temos registrado uma contaminação em massa, nem um afastamento maciço. Ele é muito rotativo. Assim, quando o empregado está com sintomas de gripe, ele vai ao médico, que já afasta por sete dias. Essa pessoa faz o exame, se der negativo, há o retorno imediato. Se der positivo, ele cumpre o período de afastamento definido pela autoridade médica. Então, felizmente, não está chegando a prejudicar os contratos”, informou.

O empresário vê, neste cenário, dois fatores: a experiência adquirida em como lidar com a doença, ao longo da pandemia, o que faz com que as organizações e empresas adotem procedimentos já verificados e testados em momentos anteriores; e a importância da vacinação em massa, da população, contra a Covid-19. O número de pessoas vacinadas com duas doses da vacina contra a doença, no Brasil, chegou já ultrapassou os 151 milhões de pessoas.

“A vacinação tem reduzido os casos graves de Covid-19 e como já atingimos mais de 70% da população imunizada, acredito que estamos próximos do fim da pandemia. Hoje, não registramos mais uma contaminação que afasta, por exemplo, 80% das empresas. Não. É um caso ou outro, isolado, muito rotativo. Um fica com sintoma de gripe hoje, e volta; semana que vem é outra pessoa, e segue o mesmo padrão. Mas felizmente, pelo que acompanhamos, não é nada que comprometa”, garantiu Vander.

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