Ratinho coloca em dúvida ‘ambiente’ para aprovação da Reforma Tributária

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Ratinho coloca em dúvida ‘ambiente’ para aprovação da Reforma Tributária

Na Câmara, Grupo de Trabalho pode ser estendido

O governador Ratinho Junior, do PSD, colocou em dúvida o “ambiente” para a aprovação da Reforma Tributária, no Congresso Nacional, no curto prazo. Ratinho falou com o BandNews TV, na tarde da última sexta-feira (12), durante agenda em Washington, nos Estados Unidos.

As informações são da BandNews FM Curitiba.

O governador avaliou que a Reforma Tributária pode enfrentar maior resistência, neste momento, enquanto a economia apresenta sinais de “reorganização”, com “estabilidade da inflação” e melhora do ambiente externo.

Ratinho cita que, diante das dificuldades de uma Reforma mais ampla, a agenda em torno de uma “simplificação” tributária é bem-vinda.

“Eu entendo que a Reforma Tributária é importante para o país. Não sei se no momento onde a economia brasileira está se reorganizando ou se estabilizando, com a inflação estabilizando, as coisas entrando no eixo e os preços no mundo estão voltando a uma normalidade, se teremos ambiente para aprovar isso de uma vez no Congresso Nacional. Temos algumas oportunidades, talvez não fazer uma Reforma completa. Se conseguir avançar na simplificação dos tributos federais, estaduais e municipais, já é um grande avanço para o país”.

O coordenador do Grupo de Trabalho da Reforma Tributária, deputado Reginaldo Lopes, do PT de Minas Gerais, já anunciou que vai pedir ao presidente da Câmara, Arthur Lira, do PP de Alagoas, mais 20 dias de prazo para o colegiado.

Dessa maneira, o relatório, do deputado Aguinaldo Ribeiro, do PP da Paraíba, deve ser apresentado na primeira semana de junho. Nos próximos dias, vão ser feitos encontros com os governadores e os prefeitos das capitais.

“O Brasil, em especial o setor produtivo, gasta muito dinheiro com a parte de contabilidade e direito tributário. Se a gente conseguir os tributos, nós já temos um ganho de eficiência com o setor privado, que é quem precisa estar competitivo”.

A Reforma pretende unificar cinco tributos em um novo Imposto sobre Bens e Serviços. A nova cobrança seria feita apenas no destino final. A Reforma iria se estender para IPI, PIS, Cofins, ICMS (que é estadual) e ISS (imposto municipal).

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