Os profissionais da limpeza profissional também estão preparados para combater a dengue. Abralimp lança cartilha com recomendações

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Equipes de limpeza são agentes de saúde no combate à dengue. Os profissionais da limpeza profissional também estão preparados para combater a dengue. Abralimp lança cartilha com recomendações.

Muito se tem falado sobre os cuidados no combate à dengue, mas poucos sabem que os profissionais de limpeza que atuam nos ambientes institucionais são muito importantes e estão preparados para apoiar a população em geral e as autoridades no combate ao mosquito aedes aegypti. Apenas neste ano, o Brasil já registrou mais de 680 mil casos prováveis de dengue e 122 mortes, conforme dados do Ministério da

Saúde.

A Associação Brasileira do Mercado Limpeza Profissional (Abralimp) produziu uma cartilha com orientações para os profissionais do setor executarem seu trabalho de forma segura e eficaz.

Ao realizarem a limpeza de ambientes internos e externos de residências, edifícios comerciais, condomínios, fábricas e outras instalações, os profissionais da limpeza têm a oportunidade de identificar recipientes que possam acumular água parada, ambiente propício para a proliferação do Aedes aegypti. Dessa forma, é essencial que esses profissionais reconheçam e eliminem possíveis focos de larvas do mosquito.

“A Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp) tem atuado de forma proativa na mobilização dos profissionais da limpeza para auxiliar no combate à dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito. A mobilização da sociedade e o engajamento dos profissionais da limpeza são essenciais para transformar esses agentes em verdadeiros aliados no combate à dengue”, afirma Nathalia Ueno, presidente da Abralimp.

Medidas simples como tampar caixas d’água, limpar calhas e lajes, descartar pneus velhos e remover recipientes que acumulem água são fundamentais para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Outras recomendações envolvem a importância de secar bem os dosadores de produtos químicos, guardar baldes usados na limpeza de boca para baixo e inspecionar regularmente possíveis focos de larvas.

Além disso, todos os líquidos devem ser devidamente descartados e os reservatórios de equipamentos, como aspiradores, guardados secos. Por sua vez, nos locais que captam água de chuva para reuso, é fundamental que ela seja adequadamente armazenada, em lugares fechados e protegidos. Nas áreas externas, é importante remover folhas e galhos que servem para acumular água. Por fim, aparelhos de ar-condicionado devem ter as bandejas limpas no mínimo uma vez por semana.

– No caso dos dosadores, é recomendável deixá-los sempre devidamente regulados e, em caso de vazamentos, poças d’água podem ser formadas próximo a eles.

– Após a lavação dos refis de mop, deixá-los o mais seco possível antes de pendurá-los, a fim de evitar também as poças.

– Evite deixar mop úmido “de molho”; em baldes com água.

– Não deixar refis de mop e pano alvejados secando em bordas de baldes e tanques, este é um hábito que precisar ser sanado.

As dicas da cartilha da Abralimp foram reunidas com informações do Governo, dos diretores nomeados e das câmaras setoriais da entidade.

Sobre a Abralimp

Fundada em 1986, a Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp) tem como missão integrar, capacitar, promover, desenvolver e valorizar o mercado de limpeza profissional, proporcionando bem-estar e preservando a saúde e meio ambiente. Congrega cerca de 260 empresas associadas da cadeia produtiva do

setor de limpeza profissional formada por distribuidores de máquinas, equipamentos, descartáveis e produtos, fabricantes e importadores de máquinas, fabricantes de equipamentos, dosadores e acessórios, fabricantes de químicos, fabricantes de descartáveis, prestadores de serviços e associados afins. Saiba mais em: https://abralimp.org.br/.

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