Notícias da Central Empresarial e Associados

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Cebrasse News
04 de Setembro de 2017

 

Voz das agências privadas de emprego em todo o Planeta, a World Employment Confederation – WEC está em 50 países e atua nas sete maiores empresas globais do segmento.  

O Brasil é representado pela Fenaserhtt – Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de Recursos Humanos, Trabalho Temporário e Terceirizado – presidida Vander Morales, membro do Conselho Deliberativo da Cebrasse, por meio do sindicato paulista da atividade, o Sindeprestem.

Celebrando seu 50º aniversário, a WEC realiza a campanhaPossibilitando prosperidade – recrutamento justo, com foco no papel das agências como instrumento de inclusão, ao fortalecer a diversidade nesse processo. 

O objetivo da ação é destacar o desempenho das empresas de RH como agentes empregadores socialmente responsáveis pela melhoria contínua dos padrões de qualidade e fortalecimento da indústria mundial do emprego.

 Aqui o conteúdo da campanha, em Inglês

Em Brasília, reunião de assessores Jurídicos dos sindicatos de Segurança e de Asseio

Assessores Jurídicos dos sindicatos que representam os segmentos de segurança privada e asseio e conservação em todo Brasil irão se reunir no dia 12 de setembro, no auditório da CNC, em Brasília, para discutir assuntos que afetam diretamente as duas atividades.

Organizado pela Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), em parceria com a Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), o “Encontro dos Jurídicos” é realizado, periodicamente, com o objetivo de troar experiências, alinhar posicionamento e formular estratégias no âmbito nacional em relação a assuntos de interesse dos segmentos. 

No encontro, os participantes vão ter a oportunidade de participar de um Fórum sobre a Reforma Trabalhista. Os trabalhos serão comandados pelo Juiz Federal Marlos Augusto Melek, do TRT da 9° Região. O magistrado participou diretamente da formulação do texto aprovado pelo Congresso Nacional com as mudanças nas leis trabalhistas.

Além dos Assessores Jurídicos, podem participar do Fórum sobre a Reforma Trabalhista diretores das duas federações e presidentes de sindicatos ligados à Fenavist e a Febrac.

No período da tarde, ocorre a reunião do jurídico.

Os interessados devem enviar um e-mail para fenavist@fenavist.org.br ou secretaria@febrac.org.br 

Fonte – Assessoria de Comunicação da Fenavist

ACESSE AQUI A ÍNTEGRA DA PUBLICAÇÃO

Empresários e trabalhadores do segmento de asseio e conservação unirão forças, no dia 16 de setembro para mutirão de limpeza e manutenção de pontos turísticos, escolas e áreas verdes no País. Promovida pela Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), em conjunto com os Sindicatos Associados, a 10ª Ação Nacional Febrac – Limpeza Ambiental é um instrumento prático de educação ambiental realizada anualmente no Dia Mundial de Limpeza.

Quase dois terços de todo o lixo encontrado pelos voluntários foi algum tipo de detrito não degradável a curto prazo, como por exemplo: canudinhos, pontas de cigarro, tampinhas, sacos plásticos. “Esses materiais permanecem no meio ambiente por muitos anos em razão de sua baixa biodegradabilidade e acabam vitimando inúmeros animais que se enroscam ou comem e acabam morrendo por asfixia”, explica o presidente da Febrac, Edgar Segato Neto.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Febrac

Avelino Lombardi no Jornal da Manhã, na Jovem Pan

Presidente do SEAC-SC, Avelino Lombardi, participa do Jornal da Manhã na Jovem Pan, apresentado por Fabrício Correia. Em pauta, a realização do seminário Reforma Trabalhista, em Florianópolis.

Clique aqui e confira a participação

 

Lei da terceirização amplia mercado de faciliteis

Com o objetivo de explicar as mudanças e apontar o impacto da Lei n. 13.429 na economia e na gestão de facilities, o superintendente do SEAC-RJ, José de Alencar, e o deputado federal e relator da lei da terceirização, Laércio Oliveira, participaram do II Facilites Café.

O evento ocorreu no dia 24/08 e contou com a presença do presidente do SEAC-RJ Ricardo Garcia, que também aposta na melhora do mercado com a regulamentação.

“Apesar de sabermos que ainda estamos enfrentando uma das maiores crises econômica e política, a Lei da Terceirização trouxe para os empresários maior segurança jurídica. Com isso, acreditamos que novos negócios poderão ser realizados”, afirmou.

A Lei n. 13.429 foi sancionada em março deste ano e regulamenta o trabalho temporário e a terceirização irrestrita, ou seja sem a distinção entre atividades meio e fim. Segundo Alencar, essa mudança possibilita que o cenário para a gestão de facilities configure-se de forma promissora para o Rio de Janeiro.

“O marco regulatório traz segurança jurídica para os contratos de prestação de serviços e moderniza as relações de trabalho no país. Sem esses entraves, o gestor de facilities pode se concentrar no seu maior desafio: identificar e administrar oportunidades para ajudar a agregar valor na busca dos resultados do contratante”, disse Alencar.

Laércio Oliveira destacou que a regulamentação da terceirização é um reconhecimento da importância de liberdade de iniciativa sem a qual o empreendedorismo morreria.

“As pessoas criam empresas para gerar negócios não só para prestar serviços diretamente aos cidadãos, mas também para outras empresas, em uma troca e parceria contínuas de serviço. Sem essa relação entre empresas, grande parte das oportunidades de empreender não chegaria nem a nascer”, disse.

Fonte: Assessoria de Comunicação do SEAC-RJ

Palestra sobre a Reforma Trabalhista


Fábio Ferreira, Diretor da Copello Gomes, Renato Fortuna Campos, e Juliano Copello

O SEAC-MG e o Escritório Copello Gomes promoveram no último dia 22 a palestra “Reforma Trabalhista: Mitos e Verdades, na sede do Sindicato, em Belo Horizonte (MG), ministrada pelo mestre em Direito Empresarial e especialista em Direito do Trabalho, Juliano Copello de Souza. O evento foi também transmitido por videoconferência para empresas associadas.

As alterações da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), introduzidas pela Lei 13.467/2017, entram em vigor a partir de novembro deste ano. As dúvidas e a insegurança quanto ao impacto dos novos dispositivos nos contratos de trabalho, principalmente, os mais antigos, estão mobilizando a comunidade empresarial. “Estamos promovendo diversos encontros e discussões sobre o tema, a fim de preparar os empresários, apontando o que muda com a Reforma Trabalhista, principalmente, no que concerne à terceirização”, lembrou o presidente do SEAC-MG, Renato Fortuna Campos.

De acordo com o advogado Juliano Copello, esse é também o caminho a trilhar, ou seja, os empresários devem se instruir sobre as mudanças e inovações advindas com a Lei 13.467/2017, pois elas vão impactar diretamente, nas contratações e nos modelos de contrato de trabalho. “O empresário deve ser mais cuidadoso, principalmente, a partir de novembro, quando a Reforma Trabalhista entra em vigor, evitando fazer interpretações próprias, porque tudo será objeto de discussão judicial, validade, extensão da nova legislação e vigência”, destacou Juliano Copello.

Dentre as justificativas do Poder Executivo para a Reforma Trabalhista estão a de que os novos dispositivos trarão segurança jurídica, além de equilíbrio nas relações de trabalho, flexibilização e redução nas demandas judiciais, significando uma modernização da CLT.” Continue lendo

Fonte: Assessoria de Comunicação SEAC-MG



Iniciativas como a criação da FACOP – Fundação do Asseio e Conservação do Estado Paraná, colocam o SEAC-PR como referência internacional em termos de capacitação e aprimoramento da mão de obra no segmento, incluindo o acompanhamento da saúde e das condições de trabalho. A Fundação nasceu há 12 anos e nesse período já capacitou mais de 20 mil profissionais. Se tornou pioneira na qualificação profissional e continua crescendo e buscando cada vez mais novas frentes de atuação, visando exclusivamente aprimorar os trabalhadores do setor para que ganhem especialização e façam um trabalho personalizado e de qualidade.

A Fundação administra o Centro de Educação Profissional Nahyr Kalckmann de Arruda, com capacidade para atender 350 alunos simultaneamente em laboratórios próprios para cursos práticos, salas de aulas e biblioteca, além de auditório dotado de tecnologia de última geração e refeitório. O centro oferece capacitação em higienização, desinfecção em áreas hospitalares e estabelecimento de assistência a saúde (EAS). Ainda há o laboratório de copeiragem. Um grande diferencial da estrutura é o laboratório de tratamento de pisos, onde os profissionais aprendem técnicas específicas e a utilizar produto equipamentos certos para tratar os diferentes tipos de pisos.

Os cursos disponibilizados gratuitamente aos associados têm conteúdo pedagógico desenvolvido por especialistas em asseio e conservação, com programa específico para atender às necessidades do mercado. Todo o material utilizado durante as aulas é gratuito, assim como o transporte que leva os alunos da região central de Curitiba até o Centro de Educação Profissional. As refeições são subsidiadas e feitas no refeitório da Fundação.

O ISLU visa a medir o cumprimento da gestão municipal às premissas da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O município é avaliado de acordo com uma pontuação, que varia de 0 (zero) a 1 (um): quanto mais próximo de 1, maior será a aderência do município à PNRS.

A avaliação é feita a partir do desempenho em quatro dimensões: engajamento, recuperação de recursos coletados, sustentabilidade financeira e impacto ambiental.
Nessa edição, o ISLU registrou aumento no número de municípios participantes e traz análises temáticas e temporais com base na edição anterior.

Um dos principais resultados identificados pelo ISLU é a mensuração da importância da arrecadação específica para a melhoria da gestão e manejo municipal dos resíduos sólidos. Continue lendo

Fonte Assessoria de Imprensa do Selur

 

Tokio Marine Vida amplia portfólio de produtos de Vida

Empenhada em oferecer novas oportunidades de negócios a seus Corretores e Assessorias, e seguindo a estratégia de ser uma seguradora Multiprodutos, a Tokio Marine anunciou a entrada no segmento de Vida Individual e lançou o Vida Convenções Coletivas.  Com o mote “A Vida é o Que Importa”, o produto oferece opções personalizadas de coberturas para homens, mulheres e público sênior, além de coberturas específicas para algumas doenças graves, diagnósticos de câncer, diárias para internação (quarto e UTI) e as assistências, além das coberturas tradicionais de morte e invalidez.

Os clientes contam ainda com outros benefícios, como o Aplicativo Vida Saudável, com dicas para o corpo e alimentação; o Farma Assist, para uso em farmácias conveniadas; a Rede de Descontos, que conta com vantagens exclusivas; e a Assistência Funeral Familiar.

Já o Vida Convenções Coletivas foi desenvolvido pela Companhia para atender os acordos coletivos de trabalho. Além da cobertura básica de morte, o seguro conta com coberturas adicionais como indenização especial por morte acidental, invalidez permanente total ou parcial por acidente, diárias por incapacidade temporária por acidente e/ou doença, renda por internação hospitalar, auxílio medicamento em caso de acidente, auxílio alimentação, auxílio natalidade, doenças congênitas de filhos, entre outros, conforme estabelecido em cada Convenção.

A fim de proporcionar facilidade e competitividade para seus Corretores, a Tokio Marine desenvolveu um processo mais rápido e fácil para a contratação, feita on-line.

DESTAQUES DA MÍDIA

O Estado de São Paulo 01 Setembro 2017

PIB cresce 0,2% no segundo trimestre e mantém recuperação

Comércio e consumo das famílias foram as principais influências para a variação positiva, segundo o IBGE

Daniela Amorim

RIO – O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,2% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre deste ano, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Ainda segundo o instituto, o PIB do segundo trimestre do ano totalizou R$ 1,639 trilhão. O crescimento de 0,3% ante o segundo trimestre de 2016 e de 0,2% em relação ao primeiro deste ano, confirma a trajetória ascendente da atividade econômica, afirmou a coordenadora de Contas Nacionais do instituto, Rebeca Palis.
"Olhando o ciclo, a partir do segundo semestre do ano passado, estamos em trajetória ascendente", diz. A pesquisadora frisou que o IBGE não data os ciclos econômicos, identificando o término da recessão, mas reconheceu que essa trajetória ascendente é "coerente com a saída de uma recessão".

O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde um recuo de 0,50% a crescimento de 0,30%, que resultou em mediana de 0%. O resultado ficou no teto das estimavas dos analistas, que previam desde uma queda de 0,80% a alta de 0,30%, com mediana também de estabilidade (0%).

O crescimento do PIB foi puxado por serviços e consumo, enquanto o destaque negativo foi a queda dos investimentos (de 0,7% ante o primeiro trimestre e de 6,5% em relação ao segundo trimestre de 2016), afirmou Rebeca Palis. Com alta de 1,4% na comparação entre o primeiro e o segundo trimestre de 2017, o consumo das famílias voltou a registrar crescimento após nove trimestres. No trimestre passado, o indicador havia mostrado estabilidade (0,0%), e, neste segundo trimestre, registrou o primeiro crescimento em nove trimestres.


O Estado de São Paulo OPINIÃO –  31 de Agosto 2017

Custos e benefícios da reforma trabalhista

Por José Pastore

A nova lei convida as empresas a concederem prêmios para o bom desempenho dos seus empregados

A reforma trabalhista tem sido interpretada como benéfica às empresas e prejudicial aos trabalhadores. Os benefícios adviriam da maior liberdade para negociar e da redução da insegurança jurídica. Os prejuízos decorreriam de perdas de direitos assegurados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

É bom lembrar que a liberdade para fazer a negociação coletiva prevalecer sobre a lei é um convite válido tanto para as empresas como para os trabalhadores. Na negociação coletiva, poderá haver ganhos e perdas ou ainda benefícios bilaterais. Tudo dependerá da capacidade negocial das empresas, dos trabalhadores e dos respectivos sindicatos. Nada é garantido pela nova lei. Um benefício potencial pode se transformar em custo de fato e vice-versa, como resultado da negociação coletiva.

Ao abrir espaço para fazer a negociação coletiva prevalecer sobre a lei, a reforma trabalhista constitui um estímulo a pautas sindicais ousadas. Muitas delas já vêm sendo apresentadas e obtendo êxito. É o caso, por exemplo, das convenções coletivas, nas quais os dirigentes sindicais laborais conseguiram aprovar uma cláusula que proíbe a terceirização sem a aprovação dos sindicatos. Exemplos como esse indicam que, mais do que nunca, uma boa capacidade negocial do lado das empresas e dos sindicatos respectivos se tornou imprescindível.

A prevalência do negociado sobre o legislado exigirá uma mudança de hábitos, pois, a julgar pelas negociações coletivas dos dias atuais, raramente as partes negociam o que pode redundar em benefícios bilaterais do jogo do ganha-ganha. Continue lendo no Facebook da Cebrasse


O Estado de São Paulo OPINIÃO –  31 de Agosto 2017

Desemprego cai para 12,8% com informalidade puxando o mercado

LUCAS VETTORAZZO – DO RIO

A taxa de desemprego no país ficou em 12,8% no trimestre encerrado em julho, divulgou nesta quinta-feira (30) o IBGE.

O resultado representa queda em relação ao verificado no trimestre encerrado em abril, quando a taxa esteve em 13,6%

Os dados são parte da Pnad Contínua, pesquisa oficial de emprego do IBGE, cuja abrangência é nacional e engloba postos de trabalho formais e informais.

A taxa de desemprego, que bateu recordes em função da crise, vem em trajetória de queda em razão do aumento de vagas informais de trabalho. Muitos desempregados estão conseguindo empregos informais e com salários mais baixos.
O resultado de julho veio em linha com a média das estimativas de analistas consultados pela agência Bloomberg, de 13%.

O trimestre fechou com 13,3 milhões de desocupados no país– pessoas sem emprego que estão em busca de oportunidade. Houve queda de 5,1% no volume de indivíduos na fila —721 mil pessoas deixaram a condição no período.

O contingente de ocupados – —pessoas de fato em algum trabalho— atingiu 90,677 milhões, alta de 1,6% em relação ao verificado no trimestre imediatamente anterior. No período, 1,439 milhão pessoas conseguiram vagas no mercado de trabalho.

O desemprego cai enquanto a qualidade dos postos reduz também. Houve aumento de 4,6% dos trabalhadores sem carteira assinada e de 1,6% dos trabalhadores por conta própria.

Na passagem dos trimestres encerrados em abril e junho, 468 mil pessoas passaram a ocupar postos sem carteira, enquanto 351 mil passaram a trabalhar por conta própria.

Na divulgação anterior, referente ao trimestre encerrado em junho, houve aumento do emprego informal enquanto havia queda na geração de vagas de trabalho com carteira assinada. Vale destacar, porém, que a comparação é feita com o trimestre imediatamente anterior para evitar distorções nos dados.

Desta vez, contudo, os postos com carteira pararam de cair. O indicador teve estabilidade no trimestre encerrado em julho (0,2%), com 54 mil novos postos formais no período.

"Sem duvida há uma recuperação [do emprego], mas é sobre uma plataforma informal", disse Cimar Azeredo, coordenador de Emprego e Renda do IBGE.

Empregos no setor público cresceram no período e ajudaram na queda da taxa de desemprego. No trimestre encerrado em julho, houve aumento de 3,8% na geração de vagas, com 423 mil novos postos no setor.

Segundo Azeredo, os postos são principalmente em prefeituras, devido ao ano eleitoral recente. Um terço da geração de vagas concentrou-se no setor público.

HÁ UM ANO
Ainda que em queda, o desemprego continua mais alto que o verificado há um ano. No trimestre encerrado em julho de 2016, a taxa de desemprego era de 11,6%, percentual que é 1,2 ponto percentual menor que o verificado em período equivalente deste ano.

Na ocasião, 11,8 milhões de pessoas estavam desocupadas —1,5 milhão pessoas a menos do que o registrado nos dados mais recentes.


E Gasto com seguro desemprego cresce
e governo remaneja verbas

Quem ainda está recebendo o Seguro Desemprego respira aliviado. O benefício é financiado com recursos do FAT, Fundo de Amparo ao Trabalhador, que também paga o abono salarial. O FAT recebe dinheiro de impostos e tributos, principalmente o PIS.

Mas no ano passado, o Fundo precisou usar mais de R$ 500 milhões do seu patrimônio, para honrar seus pagamentos”, diz a repórter.

As despesas do FAT crescerem muito, e por vários motivos. Entre eles, a valorização do Salário Mínimo, alta taxa de rotatividade dos trabalhadores e o aumento de 20% para 30% na fatia de recursos do Fundo que o governo federal pode usar para pagar outras despesas”, acrescenta a TV TEM, emissora afiliada à Globo na Região de  Sorocaba.

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