ELEGER DEPUTADOS ESTADUAIS É META DO SETOR NO PAÍS

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Cebrasse News
19 de Março de 2018

 

ELEGER DEPUTADOS ESTADUAIS É META DO SETOR NO PAÍS

No anúncio da candidatura de Lívio Giosa a deputado estadual pelo PSD/SP, o presidente do Sindeprestem e membro do Conselho Deliberativo da Cebrasse Vander Morales e o presidente da Cebrasse João Diniz afirmaram que a iniciativa estimulará associados à Central Empresarial a apoiarem candidaturas em seus estados

Por Lúcia Tavares

 


João Diniz, Paulo Magalhães, Fernando Calvet, Lívio Giosa, Eunice Cunha, Vander Morales e Edmilson Formentini

Na sede Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário – Sindeprestem na última terça-feira, 13, o presidente da entidade Vander Morales reuniu membros da diretoria e parceiros da casa para lhes comunicar a candidatura de Lívio Giosa a deputado estadual pelo Partido Social Democrático, PSD/SP nas eleições de 7 outubro.

Administrador de empresas, professor, consultor, dirigente empresarial, palestrante e autor do livro “Terceirização, uma Abordagem Estratégica", entre outros, foi Giosa quem elucidou os mais inovadores conceitos, preceitos e valores que a Terceirização disponibiliza ao mercado e a governos como forma de emprego e também como ferramenta de gestão. E atuou fortemente nesse sentido junto às entidades do setor de Serviços.

Para os segmentos da prestação de serviços e do trabalho temporário, que junto a centro decisório do poder nacional articularam e participaram de incontáveis agendas voltadas à retomada da economia, é imprescindível a continuidade dessas conquistas. “São Paulo tem a grandeza de um país, e muito do que é implantado no âmbito do nosso estado pode se tornar referência nacional” , afirmou Morales, assegurando que empreendimentos associados ao Sindeprestem terão na eleição de Livio Giosa para uma cadeira no Plenário do Palácio 9 de Julho (sede do Legislativo paulista) a esperança do resgatar seu papel de gerador de emprego e renda, e também o de pagador de impostos.

O presidente assumiu o compromisso do Sindeprestem com a multiplicação da ideia de o setor eleger candidatos que possibilitem o crescimento do mercado com mão de obra especializada, com a educação e com a qualificação.

“Vamos juntos até a eleição porque nosso protagonismo nesse sentido nos dá forças para dar um basta à eleição de verdadeiros chupins da sociedade” conclamou Vander Morales ao fazer contundente crítica ao emperramento no Congresso Nacional da aprovação da Reforma da Previdência “tão essencial ao combate de privilégios que pesadamente impactam a carga tributária”. Aprovada, em 10 anos essa reforma possibilitará ao País a redução de gastos em cerca de R$ 749 bilhões: R$ 678 bilhões com mudanças no INSS e nos benefícios por prestação continuada (BPC), e de R$ 60 bilhões nos regimes próprios.

Destacando que políticas bem sucedidas no estado de São Paulo tornam-se referência para todo o Brasil, Vander Morales passou a Giosa, a quem se referiu como “o candidato que dará vez e voz ao empresário, que torceu por nós e vai contar com nosso apoio antes e depois das eleições”.

Em entrevista à CebrasseNews, Lívio Giosa destacou a recente expressividade conquistada pelo setor de Serviços por meio de ações políticas pontuais na questão da regulamentação da Terceirização e da Reforma Trabalhista, “com extraordinária lucidez junto ao Governo Federal e ao Legislativo, num desenrolar da relação nos mostrando que bastava fazermos tudo direito para o resultado acontecer”.

Para que isso repercuta de forma efetiva sob os pontos de vista estratégico, tributário e da empregabilidade, o pré-candidato [as convenções partidárias para a escolha oficial dos postulantes ocorrerão entre 20 de julho e 5 de agosto] a deputado estadual pelo PSD/SP destacou que a aguda percepção crítica da sociedade quanto a “políticos que trilharam nos sentido contrário à ética e favorável à corrupção” levará o eleitor à tendência de escolher candidatos que hoje não tenham mandatos nas casas legislativas, podendo, assim, realmente ocorrer um expressivo processo de renovação nos estados e no Congresso Nacional.

Mesmo atento ao fato de a própria Lei Eleitoral restringir o espaço a novas candidaturas em relação ao estabelecido para os que já cumprem mandato, e prevendo “uma batalha pesada entre os novos e os que já têm o domínio territorial do voto”, Giosa afirmou que a prestação de serviços e em especial a Cebrasse e suas entidades conhecem sua capacidade de argumento e de produção, que no momento das eleições torna fucral a sua disposição pessoal de ser o porta-voz do setor na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a ALESP.

A claríssima disposição do eleitor a optar pelo que é novo, reforça em Livio Giosa a crença de que o desempenho dos Serviços na geração de emprego e renda dá à atividade possibilidade de “no final das eleições, provavelmente termos um hall de deputados estaduais e federais eleitos pelo Brasil afora, ampliando muito as vozes capazes de repercutir o cenário do Bem na capacitação de jovens, em políticas de emprego, e de redução de impostos e demais campos”.

A eleição de um deputado que represente os Serviços na Assembléia Legislativa de São Paulo é efetivamente um fator de relevância para os empresários, observou João Diniz, presidente da Cebrasse e diretor Jurídico do Sindeprestem, que salientou a experiência de Lívio Giosa em mandato anterior na ALESP e em cargos no Executivo paulista. “Ele é tecnicamente um especialista nas demandas da atividade no campo da Terceirização, um dos pares na nossa batalha em prol da aprovação dessa modalidade de prestação de serviços e de empregos. E terá todo apoio da Central Brasileira do Setor de Serviços nas próximas eleições”.

Recordando-se da já histórica atuação do deputado Laércio Oliveira (SD/SE) na defesa da prestação nacional de serviços na Câmara Federal, Diniz acredita que com Giosa eleito pelo PSD paulista, “os dois parlamentares farão um trabalho conjunto, porque a atuação de Laércio reverbara em São Paulo – estado com 46 milhões de habitantes e desempenho de 1/3 na composição do PIB; e Giosa é tecnicamente um especialista nas demandas da atividade no campo da Terceirização. “Um quadro excelente no Legislativo!” afirmou com entusiasmo.

O alinhamento da legislação estadual com a vigente nas leis federais é especialmente importante para os segmentos prestadores de serviços para o Poder Público, notadamente na observância do Cadastro Técnico de Fornecedores – Cadtec, elaborado pela Casa Civil do Palácio dos Bandeirantes como referência para contratações de serviços terceirizáveis.

Diniz prevê que como deputado estadual Livio Giosa certamente influenciará na defesa do setor no sentido de moralizar as contratações, “porque quem atua no mercado se relacionando com órgãos do governo sofre muito com o não-pagamento pelas demandas prestadas e com os baixos preços das contratações. E também que poderá atuar de forma favorável aos Serviços, considerando-se especialmente todo seu conhecimento técnico que o ajudará a forma opinião dos membros das bancadas da ALESP.

Tanto quanto Vander Morales, Diniz salientou às entidades asssociadas à Cebrasse a importância de cada estado eleger deputados comprometidos com as necessidades setor e conhecedores de sua relevância no mercado. “Quanto maior for o número deles nas assembleias legislativas, mais o Brasil vai ganhar, porque teremos forte repercussão dos nossos níveis de geração de geração recursos que fortalecerão a economia e consequentemente, na geração de tributos”.

Ao lado de Vander Morales, o vice-presidente do Sindeprestem e da Fenaserhtt Fernando Calvet também exerce junto à World Employment Confederation – WEC e à World Employment Confederation Latin America – WECLA a representação brasileira nas questões internacionais atinentes ao trabalho e às condições para seu desempenho no mercado.

A relevância de candidaturas parlamentares comprometidas com a busca de apoio governamental ao preparo profissional dos cidadãos, inclusive no contexto da abertura de horizonte para eles deslancharem em suas carreiras foi assunto da CebrasseNews na entrevista com o empresário. Calvet chamou a atenção para “o imprescindível e amplo cuidado dos governos no estabelecimento de políticas e estímulos aos trabalhadores em geral, e também a profissionais de áreas que envolvam especificidades, “o que é bom para o setor de Serviços e aos demais setores produtivos’.

Ao destacar tal necessidade, Calvet avaliou que em alguns setores o Brasil está 50 anos atrasado na comparação com demais países quando o tema é preparo do estudante para o mercado de trabalho. As áreas de Tecnologia, Mecatrônica e outras relativas às indústrias contam com condições e cuidados e estão mais perto dos países desenvolvidos, mas ainda sem condições de competitividade – o que põe o Brasil em considerável distância do Primeiro Mundo. Outra ponte enorme entre o país e os altamente desenvolvidos é escorada nos altos índices de anafalbetismo dos trabalhadores em atividades que pedem baixa qualificação.

É nesse, entre muitos outros, o contexto de fragilidades e oportunidades ímpares abarcado pelos Serviços que Fernando Calvet vê na candidatura de Lívio Giosa a deputado estadual um bom passo para a melhoria das condições da atividade. São imprescindíveis iniciativas públicas e de mercado em estímulos, condições e investimentos na capacitação e no preparo profissional das pessoas, abrindo horizontes para suas opções de carreira ao melhor prepará-las para diputas no mercado de trabalho”.

 

 

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DESTAQUES DA MÍDIA

O ESTADO DE S.PAULO, 16/03/2018

Reformas são urgentes, dizem empresários

Apesar da defesa praticamente uníssona da agenda de reformas, investidores e empresários, que participaram nos últimos dois dias do Fórum Econômico Mundial em São Paulo, se mostraram pouco preocupados com a eleição de outubro, da qual depende, em grande parte, a continuidade das medidas estruturais. A leitura é de que as reformas, que são a principal demanda do empresariado, tomaram um caminho sem volta.

Na visão de muitos deles, isso não deve mudar mesmo que o vencedor da sucessão presidencial esteja no extremo do espectro político, dada a urgência do País de conter a escalada da dívida pública, simplificar seu sistema tributário e melhorar as condições de competitividade das empresas para, dessa forma, evitar um novo ciclo recessivo, o que também não interessa à classe política.

Para o ex-presidente do Banco Central (BC) Arminio Fraga, os investidores estrangeiros estão concedendo o benefício da dúvida à economia brasileira. “Vejo os estrangeiros mais otimistas do que nós”, comenta o sócio da Gávea Investimentos. Mas essa confiança, ponderou, não vai persistir se o País fracassar na missão de corrigir seus desequilíbrios. “O Estado precisa entregar, porque arrecada muito e entrega relativamente pouco para a sociedade.”

A confiança das companhias foi manifestada em mensagens de que os investimentos no País vão continuar. Entre maio e junho, pouco antes do início das campanhas eleitorais, a Nissan deve anunciar seu próximo plano de investimento no Brasil. “Independentemente do governo que virá, ele terá de fazer as reformas”, disse o presidente da montadora japonesa no Brasil, Marco Silva.

Na Siemens, um novo ciclo de investimentos, que prevê R$ 5 bilhões em cinco anos, foi anunciado nesta semana porque, conforme disse o presidente da multinacional no País, André Clark, não há outra saída que não seja a continuidade da agenda reformista. “A agenda de reformas se tornou tão urgente que o País não tem outra opção”, acrescentou Clark, repetindo visão do presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, para quem as reformas são “mandatórias”.

Por outro lado, o presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, avaliou que os investidores vão se frustrar se o Brasil não conseguir implementar as reformas. “O Brasil pode perder investimentos se não olhar para suas questões essenciais, como garantir a estabilidade macroeconômica.”

Uma pesquisa feita no fim do ano passado pela consultoria Deloitte com 750 empresas mostrou que a eleição de outubro é apenas a quarta preocupação dos empresários brasileiros. À frente dela estão, nessa ordem, o déficit do País em infraestrutura, a Previdência Social e a situação fiscal.


Valor Econômico, 16/03/2018

Contribuição sindical se mantém com liminares

Pelos menos quatro sindicatos de trabalhadores já obtiveram liminares contra o fim da obrigatoriedade do pagamento da contribuição sindical – um dos pontos mais polêmicos da recente reforma trabalhista, equivalente a um dia de salário de todos os empregados, descontado pelas empresas e repassado às entidades. 

Outras liminares deverão ser concedidas em breve. Somente um escritório de advocacia de Campinas, no interior de São Paulo, ajuizou mais de 30 ações. "É essa renda que mantém os sindicatos abertos", afirma a advogada Pamela Vargas. De fato, os valores chamam a atenção. No ano passado, a arrecadação da contribuição sindical alcançou R$ 2,2 bilhões em todo o país, segundo dados do Ministério do Trabalho.

O argumento que embasa todas essas ações é um só: por ter caráter de tributo, a contribuição só poderia ser afastada por lei complementar, e a reforma trabalhista foi estabelecida por lei ordinária. 

 

 

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