Seac/PR encabeça reação coordenada e assertiva no enfretamento da crise do Covid-19

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Adonai Aires de Arruda, presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná (Seac/PR) e da Fundação de Asseio e Conservação do Estado do Paraná (Facop).
Adonai Aires de Arruda, presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná (Seac/PR) e da Fundação de Asseio e Conservação do Estado do Paraná (Facop).
Adonai Aires de Arruda, presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná (Seac/PR) e da Fundação de Asseio e Conservação do Estado do Paraná (Facop).
Adonai Aires de Arruda, presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná (Seac/PR) e da Fundação de Asseio e Conservação do Estado do Paraná (Facop).

Entidade organizou comitês de crise e intersindical, e mantém a esperança de que essa experiência também trará mudanças profundas e positivas para o mundo

O Paraná foi um dos estados no qual o espalhamento do Convid-19 demorou um pouco mais a ocorrer. No entanto, ultimamente, o aumento de casos levou o governo a propor regras de isolamento mais rígidas, inclusive na capital e Região Metropolitana. As medidas devem afetar a circulação de pessoas e impactar nos negócios dos mais variados segmentos. Diante deste cenário, o do enfrentamento da pandemia, um dos setores mais importantes para evitar a expansão da contaminação é, sem dúvidas, o de asseio e conservação, que nacionalmente tem atuado buscando o alinhamento com os protocolos definidos por estados, municípios e em consonância com as decisões federais e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O segmento de limpeza é fundamental e indispensável, pois além de profissionais que têm procedimentos preventivos e que através da higienização protegem os ambientes, as técnicas, a uniformização e os equipamentos utilizados propiciam, também, o aspecto de segurança aos usuários dos ambientes por nós tratados”, descreve o empresário Adonai Aires de Arruda, presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná (Seac/PR) e da Fundação de Asseio e Conservação do Estado do Paraná (Facop).

Para travar essa luta, os trabalhadores receberam treinamento para lidar com a situação e também foram instruídos sobre como protegerem-se. “Fechamos parceria entre o sindicato laboral, o patronal e a Facop, onde além de uma série de treinamentos on-line, via canal do YouTube, distribuímos 30 mil máscaras e aplicamos medidas preventivas e de sanitização. Disponibilizamos às administrações de todas as empresas associadas exames de sangue. Nos ambientes de trabalho onde ocorreram casos positivos, viabilizamos, imediatamente, acompanhamento de técnicos e ambulância”, disse Arruda, lembrando que para implementar estas respostas foram criados comitês de crise e um comitê intersindical.

Negócios
Mas e como está a saúde dos negócios e qual a atual situação das empresas de limpeza? De acordo com Arruda, é paradoxal. Enquanto setores como aeroportos, rodoviárias, o turismo em geral, shoppings, escritórios, comércios, indústrias (como a automobilísticas) e concessionárias de automóveis tiveram redução significativas, outros ramos cresceram. “Ambientes como hospitais, farmácias, supermercados e a agroindústria tiveram incremento. Mas mesmo assim, verificou-se, neste trimestre – março, abril e maio – uma redução de contratação e um processo demissional orbitando em torno de 20%”, descreveu, apesar dos acordos fechados com os trabalhadores a partir das medidas provisórias editadas pelo governo federal para tentar minimizar os efeitos da pandemia nas empresas.

Outro aspecto apontado pelo presidente do Seac/PR é o perfil dos trabalhadores que atuam no segmento. “Muitas vezes somos o primeiro e o último emprego de milhares de pessoas. Em virtude disso, abrangemos um contingente significativo de pessoas que estão enquadradas como no grupo de risco. Com o impacto da crise, obviamente, o tema de redução de custos é a palavra de ordem em todos os setores. E após concessão de férias, licenças remuneradas e aplicações das regras das medidas provisórias liberadas pelo governo, chegou-se as demissões, que estão crescendo desde a segunda quinzena de abril”, constatou Arruda.

Apesar do cenário desafiador, o empresário – e liderança do setor de asseio e conservação – acredita que é importante manter a esperança. “Seguindo a linha do ‘depois da tempestade sempre vem a bonança’, temos de apreciar que obviamente a ciência irá conquistar os medicamentos para a cura e as vacinas para a prevenção desta doença. De posicionamento geral, o fato de que as medidas de higiene e prevenção ficarão sedimentadas em todo o mundo e a tônica do profissionalismo passa, cada vez mais, a ser a regra preponderante de nossa atividade. Portanto a dignidade, orgulho e dedicação de nossos profissionais, atrelada ao senso empreendedor e desbravador de nosso empresário, sem sombra de dúvidas serão o grande norte do amanhã saudável”, encerrou.

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