Líderes do setor de serviços mostram desafios que o sistema de cotas para deficientes representam para a criação de mais empregos

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Desde a pandemia, o setor de serviços tem sido apontado como grande criador de empregos e tem apoiado a Economia do Brasil

Na semana passada, o presidente da Cebrasse João Diniz, acompanhou o presidente do Sindiprestem, Vander Morales, em uma visita, em São Paulo, ao novo ministro do Trabalho, José Carlos Oliveira. Na conversa que foi rápida, mas extremamente informativa, Morales explicou uma série de empecilhos que, hoje, o setor enfrenta para manter a criação de empregos formais no Brasil.

O encontro foi para falar sobre o quando o setor pode ajudar na geração de empregos. E o que as entidades da área observam e sugerem que quanto menos amarras a geração de empregos, mais formalização teremos. Porque quanto mais se der o vínculo por simples contratação, mais empregos serão gerados. Hoje temos um índice inflação muito grande e que precisa ser absorvido.

Morales explicou, na reunião, que o ambiente criado pelo sistema de cotas – tanto de pessoas com deficiência, como de menores aprendizes – não atenderiam o objetivo original das cotas, que era garantir o atendimento a essas pessoas e a inserção no mercado trabalho.

“Após um período, esses grupos não atendem mais o objetivo posto pela Lei o se torna mais um problema para as empresas. E isso se tornou numa norma que só pune as empresas, a comissão formada por empresas e Ministério do Trabalho deve revertendo os desafios para que seja criados empregos. Elas gastam muito dinheiro, com o pagamento dessas multas aí a empresa deixa de treinar, qualificar, expandir negócios, então, esta mais uma barreira para o negócio

E deixamos claro, explicou João Diniz, quanto mais simples for a contratação simplificada, com menos instruções normativas, menos regulamentações, mais rápido e fácil será empregar pessoas e criar empregos de qualidade. “O sistema de cotas é importante, mas não da forma que está. Grandes empregadores e de serviços de mão de obra intensiva, não tem onde colocar a mão de obra de aprendizes no percentual exigido. Propusemos que a cota exista e seja valorizada , mas sob o contingente administrativo das empresas”, disse.

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