Cebrasse apoia candidatura de Rogério Marinho à Presidência do Senado

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Senador Rogério Marinho - PL-RJ
Senador Rogério Marinho - PL-RJ

O Partido Liberal (PL) anunciou, nesta quarta-feira (7), o senador Rogério Marinho (RJ) como candidato da legenda para disputar a presidência do Senado. O nome do ex-ministro do Desenvolvimento Regional foi informado pelo líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), durante coletiva de imprensa em frente ao plenário da Casa. “A vitória de Rogério seria excelente para nós e para o país, como contraponto importantíssimo ao Executivo do Governo Lula. Rogério Marinho tem grande capacidade, um dos políticos mais inteligentes que tive o prazer de conhecer, n época que foi relator da Reforma Trabalhista”, disse o presidente da Cebrasse João Diniz.

O presidente do SEAC/SP, Rui Monteiro, afirma que Rogério Marinho é uma ótima opção para presidente do Senado. “Acho que essa escolha é ideal em vários pontos de vista. Primeiro, a questão de realmente fazer um contraponto ao governo federal. É importante você ter uma crítica construtiva dentro do governo, das decisões, não só aliados e todos os lados, porque isso não é saudável”, afirmou.

Em segundo lugar, segundo Rui, Rogério Marinho é uma pessoa que trabalhou dentro do governo Bolsonaro, no Ministério da Economia, cuidou da área do trabalho, cuidou do desenvolvimento regional. “Antes disso, como deputado, participou de comissões da Educação e fez a reforma trabalhista. Quer dizer, é uma pessoa que tem assim uma visão muito esclarecida em vários campos. Então é muito importante você ter uma pessoa preparada como ele no Senado. É um homem inteligente e de bom senso. E com certeza, na minha opinião, realmente é o melhor nome que temos hoje para presidência do Senado”, disse.

Durante a coletiva de imprensa, Marinho afirmou que “não será candidato contra ninguém, mas a favor do Brasil, da democracia e da Constituição”. Declarou ainda que já iniciou diálogo com outros partidos em busca de apoio.

“Estamos vivendo um momento extremamente tenso na vida nacional e de transição política. A importância de termos um parlamento independente, um Senado que tenha as condições necessárias de estabelecer a normalidade democrática e de opinião, sobretudo a inviolabilidade dos mandatos dos parlamentares. Ao mesmo tempo de defender um legado de transformações e de mudanças substâncias na economia brasileira que se deram nos últimos seis anos, desde o afastamento da ex-presidente Dilma”, disse.

Também acompanharam a coletiva o presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

A votação para a presidência da Casa será em primeiro de fevereiro de 2023, após a posse dos parlamentares eleitos em outubro. Oficializado candidato, Marinho irá disputar diretamente com o atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), eleito em 2021 com o apoio de Bolsonaro. Há a expectativa, no entanto, de que bancadas partidárias se dividam no apoio entre Marinho e Pacheco. Pelo regimento, Pacheco poderá se reeleger mais uma vez para um mandato de dois anos no comando da casa legislativa.

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