Segundo Giordano Adjuto, assessor jurídico do Seac-MG e um dos fundadores da ZenBox Life, é essencial refletirmos com consistência sobre as emoções, sentimentos e valores no contexto de nossas vidas
O advogado trabalhista Giordano Adjuto, assessor da Seac de Minas Gerais, já atua há 25 anos, segundo ele mesmo descreve, ‘lidando com as relações de trabalho pelo lado do conflito’. Mas de dois anos para cá, em meio a pandemia teve o que poderia ser descrito com uma epifania. Coincidente ou não, ele teve dar uma pausa, pensar na vida e refletir sobre a situação inédita pela qual passava a humanidade. De acordo com Giordano, estar desconectado do trabalho me deu esse espaço para pensar mais sobre ele mesmo, sobre a família, sobre os próprios filhos.
“Comecei a questionar sobre o meu propósito de trabalho e se eu poderia dar uma contribuição maior. E a aí a vida me trouxe a questão da felicidade no trabalho e eu passei a estudar e a entender um pouco sobre Psicologia Positiva e Ciência da Felicidade e surgiram, a partir de então, oportunidades”, descreveu Adjuto. Foi nesse meio tempo que nasceu a Zenbox Life, startup da qual Giordano é chief legal officer, e que é uma desenvolvedora de um ecossistema especializado em gestão de felicidade, e que apoia pessoas e organizações na promoção da vida com qualidade.
Segundo o advogado, o objetivo da Zen- que conta com o apoio da Cebrasse – é criar organizações e pessoas mais felizes, para uma nova sociedade mais positiva e mais criativa, em prol de uma economia que vai florescer dentro desses novos parâmetros. Sobre de quem é a responsabilidade de criar a felicidade no trabalho, se do empregador ou do empregado, Giordano explica o papel de cada um. Primeiro ele explica que existe um conjunto de fatores, que a felicidade é um estado complexo.
“Que não é nem um objetivo, é uma jornada. Mas eu entendo que há uma divisão de papéis. As organizações, ao meu ver, são responsáveis pelas condições necessárias para o florescimento da felicidade que existe em cada um de nós. Então, a responsabilidade das organizações, através de seus programas de felicidade, é trabalhar as condições de clima, tempo, temperatura – fazendo uma analogia – para as pessoas que são sementes. As pessoas têm dentro de si a felicidade potencial, nós precisamos resolver sermos felizes e trabalhar ações para incentivar aquelas características que vão nos permitir A responsabilidade dos colaboradores, dos empregados, é chamar para si o desenvolvimento de uma inteligência intrapessoal”, diferencia.
E o mês de março, quando se celebra Mês Internacional da Felicidade, é um bom momento para saber mais a ZebBox Life e as ‘Yellow Pauses’, movimento promovido pela startup em momentos específicos quando promove reflexões sobre mudanças conscientes no mundo do trabalho e corporativo.
“Queremos tornar mais acessível, atraente e vital o interesse pelo autoconhecimento e inteligência emocional rumo ao chamado estado da felicidade. Entendemos que a raiz do problema em relação ao desenvolvimento do autoconhecimento está baseada na dificuldade de refletirmos com consistência sobre nossas emoções, sentimentos e valores em nossos contextos de vida. É aqui que entra o nosso convite para o movimento My Yellow Pauses”.
Para saber mais acesse: https://zenbox.life/organizacoes





