Durante o Fórum de Sustentabilidade promovido pela Cebrasse, o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo (SEAC-SP) apresentou uma visão estratégica sobre como o setor pode ser protagonista na agenda ESG e nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
O presidente do SEAC-SP, Rui Monteiro, destacou que as empresas do setor já desenvolvem ações práticas alinhadas à Agenda 2030, como o uso consciente da água (ODS 6), a oferta de trabalho decente (ODS 8), a redução de produtos agressivos ao meio ambiente (ODS 12) e o incentivo a práticas que minimizem os impactos das mudanças climáticas (ODS 13). “O setor de asseio e conservação contribui diretamente com metas ambientais e sociais globais por meio da prestação de serviços mais responsáveis e sustentáveis”, afirmou Rui.
A apresentação também trouxe reflexões sobre o papel social das empresas, com ênfase no “S” da sigla ESG, que incorpora hoje os princípios de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I). Segundo Rui, o setor é um dos que mais promovem inclusão social no Brasil. “Dados da RAIS mostram que empregamos pessoas historicamente excluídas do mercado formal, como idosos, negros, pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade econômica”, ressaltou.
A palestra reafirmou o compromisso do SEAC-SP com o desenvolvimento sustentável e a valorização da força de trabalho, reforçando que ações ambientais e sociais não são apenas tendências, mas responsabilidades concretas para a construção de um futuro mais justo e equilibrado.




