CebrasseNews – CCiF propõe a criação do IBS – Imposto sobre Bens e Serviços, que substituiria cinco tributos atuais

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Cebrasse News
26 de Março de 2018

 

CCiF propõe a criação do IBS – Imposto sobre Bens e Serviços, que substituiria cinco tributos atuais

Presidente da CEBRASSE reuniu-se com o diretor Bernard Appy para expor as peculiaridades do setor de serviços e entender mais a proposta

O sistema tributário brasileiro é muito complexo, burocrático e ineficiente, impondo à sociedade – especialmente ao setor empresarial – carga tributária absurdamente alta, uma das mais elevadas do planeta: são mais de 60 tributos incidentes em todas as esferas (município, Estado e federal) que, juntos, representam cerca de 36% do PIB (Produto Interno Bruto), ou seja, mais de um terço da soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços produzidos no País, durante um determinado período. Por isso, a diretoria da CEBRASSE tem acompanhado de perto o tema e buscado dialogar com os autores das propostas apresentadas ao Governo.

No dia 19 de março passado, João Diniz, Presidente da CEBRASSE; e Eurípedes Abud, Consultor Financeiro do setor de serviços, tiveram uma reunião com Bernard Appy, um dos diretores do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), entidade que apresentou, há alguns meses, uma proposta de reforma tributária defendida pelo grupo. O objetivo do encontro foi entender um pouco mais sobre a ideia apresentada e mostrar as peculiaridades do setor de serviços, o maior empregador do país.

Sob o título “Reforma do Modelo Brasileiro de Tributação de Bens e Serviços”, o texto revela que a meta geral da propositura é condensar cinco tributos atuais (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) em um único Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), uma espécie de IVA repaginado com alíquota única.

Segundo os autores, “o modelo brasileiro de tributação da produção e consumo de bens e serviços, que compreende cinco tributos de caráter geral, prejudica o país de várias formas, pois  reduz fortemente a produtividade, na medida em que as empresas se organizam de forma ineficiente para minimizar o custo tributário – que pode variar muito dependendo da forma como a produção está organizada; onera os investimentos e as exportações; por ser excessivamente complexo, eleva sobremaneira o custo burocrático de apuração e pagamento dos tributos, além de provocar um elevado grau de litígio; e impede os consumidores de conhecerem o montante de tributos incidentes sobre os bens e serviços que adquirem no mercado”.

Com as novas regras sugeridas pela CCiF, a receita passaria a ser dividida entre União, estados e municípios. A novidade é que o novo modelo passaria por um padrão de transição. As empresas teriam dez anos para migrar para as regras do IBS; já a distribuição de receita entre os entes federados seria feita de forma gradativa durante 50 anos. Para ele, a inovação quebra a resistência, pois não afeta a carga tributária que há tantos anos vêm barrando a aprovação de uma proposta de reforma no Congresso Nacional.

As principais características do IBS seriam as seguintes:

a. incidência não-cumulativa sobre uma base ampla de bens e serviços;

b. adoção do regime de crédito financeiro, pelo qual todo o imposto incidente em etapas anteriores sobre os bens e serviços utilizados na atividade empresarial gera crédito;

c. desoneração completa das exportações e dos investimentos;

d. incidência “por fora”, ou seja, sobre o preço dos bens e serviços sem imposto;

e. devolução tempestiva de créditos acumulados, no prazo máximo de 60 dias (podendo alcançar 180 dias em caso de investigação sobre fraude na constituição dos créditos).

Os benefícios esperados vão desde redução do litígio sobre matérias tributárias, ampliação de taxa de investimentos e abre caminho para melhorar o ambiente de negócios. Os autores da proposta também têm como meta:

a) grande simplificação do sistema tributário brasileiro, contribuindo para uma expressiva redução do custo de apuração e pagamento de tributos pelas empresas e para a redução do litígio sobre matérias tributárias;

b) ampliação da taxa de investimentos;

e c) eliminação de distorções que prejudicam a produtividade e o potencial de crescimento do país.

O IBS seria criado com uma alíquota de 1%, a qual seria mantida por um período de teste de dois anos. O aumento de receita seria compensado por uma redução das alíquotas da Cofins (cumulativa e não-cumulativa), de modo a manter a arrecadação constante. Após o período de teste, a transição dos cinco tributos atuais para o IBS seria feita ao longo de mais oito anos, através da elevação progressiva e linear da alíquota do IBS e da simultânea redução das alíquotas dos tributos atuais, mantendo-se a carga tributária constante. A razão do longo período de transição é a necessidade de que as empresas se ajustem de forma suave às mudanças de preços relativos e, principalmente, à progressiva eliminação dos benefícios fiscais atualmente existentes, inclusive aqueles da guerra fiscal do ICMS, que poderiam ser convalidados.

Propõe-se que o IBS tenha apenas uma única alíquota para todos os bens e serviços. Ao evitar os problemas de classificação, este modelo – defendem seus autores – deve tornar o imposto mais simples, reduzir o contencioso e tornar mais transparente para os cidadãos o custo de financiamento das políticas públicas. O CCiF reconhece que a transição para um modelo de alíquota única é politicamente complexa, mas entende que os benefícios são grandes, inclusive porque qualquer tratamento favorecido para um setor exigirá que a alíquota seja mais elevada para os demais setores.

No entanto, Appy não descarta a possibilidade de verificar mais de perto como seriam classificados aqueles mercados que sofrem a brutal concorrência do mercado informal. Nesses casos, em que o aumento dos tributos “forçariam” ainda mais a existência de um mercado à margem da lei, estudariam-se alíquotas “especiais”, mas só nesses casos uma vez que o cerne da proposta é a alíquota única.

Sobre a destinação da receita obtida, ”ao contrário dos tributos atuais, que são utilizados para diversas finalidades de natureza social, setorial ou regional, entende-se que o IBS não deveria ser utilizado com fins extrafiscais. O objetivo de um imposto geral sobre o consumo deve ser apenas o de arrecadar para financiar a despesa governamental, sendo o mais simples possível. De modo geral, outros objetivos de políticas públicas são alcançados de forma mais eficiente através de outros instrumentos. – A desoneração da cesta básica, por exemplo, beneficia em termos absolutos (R$ por pessoa) mais as famílias ricas que as pobres. Neste contexto, é mais eficiente e transparente cobrar o imposto e destiná-lo às famílias pobres que desonerar a cesta básica. – De modo semelhante, os benefícios concedidos no âmbito da guerra fiscal do ICMS tampouco são instrumentos eficientes de desenvolvimento regional. O CCiF entende que a implantação do IBS deveria ser acompanhada de um reforço da política federal de desenvolvimento regional. Mas entende também que esses recursos deveriam ser alocados de forma mais eficiente, através de medidas que explorem as vocações regionais e contribuam para reduzir deficiências de infraestrutura e qualificação de trabalhadores”.

“Foi muito importante nos reunirmos com o Bernard Appy, um dos influenciadores da Reforma Tributária porque queremos participara das discussões das mudanças que virão para não sermos tão prejudicados (como setor de serviços) como fomos nas últimas alterações de regimes tributários. A curto prazo estamos temendo que as mudanças no PIS e Confins signifiquem aumento da carga tributária para o setor de serviços que tanto vem sendo penalizado ao longo dos anos. Para a segurança privada, por exemplo, qualquer alteração na não cumulatividade do PIS/Confins gera aumento de impostos para o segmento. Mas é claro que a Reforma vai muito além do que esses dois impostos. A proposta de criação do IBS – Imposto sobre Bens e Serviços é interessante, pois prevê a criação de um sistema de créditos a serem usados para amenizar os impostos e uma fase de transição longa, de dez anos. A alíquota de 25% incidiria sobre todos os setores, mas o CCiF está disposto a conversar e rever o assunto para casos de mercados com intensa competitividade com a informalidade”, declarou João Diniz, Presidente da CEBRASSE.

O consultor financeiro Eurípedes Abud também comentou a proposta: "o economista Bernard Appy, através do Centro de Cidadania Fiscal, propõe uma reforma fiscal que visa a implementação gradual de um IVA – Imposto de Valor Agregado, denominado IBS – Imposto sobre Bens e Serviços, que viria a substituir os cinco tributos de caráter geral PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, em formato já adotado e aprovado em vários países desenvolvidos. O IBS seria não cumulativo e apurado "por fora", ou seja, ele não integraria sua própria base de incidência, diferentemente do que ocorre hoje.  Por ser não cumulativo, toda empresa pode se beneficiar dos créditos relativos às etapas anteriores. Propõe fazer a implementação do IBS num período de transição de dez anos, de tal forma a aferir os reflexos e fazer correções, impedindo mudança na receita do governo e suavizando os efeitos da implantação para o mercado. Defende a permanência da autonomia dos estados, que poderão definir suas alíquotas no âmbito estadual a partir de regras pré-estabelecidas.

Ainda restou claro contudo que, para o nosso segmento de serviços com grande preponderância de mão de obra no preço final, dificilmente a alíquota de equilíbrio a ser definida para o IBS, evitaria uma elevação estrondosa da carga tributária, principalmente porque, o setor hoje é tributado por impostos cumulativos e a sua troca por um imposto não cumulativo e de alíquota bem mais elevada, não seria suavizado pelo aproveitamento dos créditos das etapas anteriores, pois estes são absolutamente desprezíveis em nosso setor.

Todavia, como a proposta do Centro de Cidadania Fiscal inclui os próprios serviços do nosso segmento como etapa produtiva anterior de todas as empresas contratantes, esta elevação de carga poderá ser repassada sem elevação de custo para os tomadores privados. Todavia, tal não ocorrerá com o tomador de serviços público e o tomador de serviços constituído na pessoa física, ambos elos finais da cadeia.

Entretanto, pudemos perceber na entrevista que, a proposta de reforma poderá dar abertura a tratamento diferenciado a alguns casos especiais, cujos segmentos sofres comprovadamente uma concorrência disfuncional, em decorrência de mercado atuando de maneira informal ou semiclandestina, com consequências funestas aos principais atores.

Além disto, embora em processo de redução, nosso segmento ainda possui forte atuação no setor público, o qual, na condição de tomador não aproveitará crédito das etapas anteriores, recebendo por completo a elevação da carga tributária que vier a instituir pela reforma aprovada. Esta situação, por certo afetará a demanda do nosso mercado e merece igualmente um tratamento especial. Estaremos atentos às próximas etapas".

Fonte: Economista Euripedes Abud


Regras nas relações de trabalho inovam
o ciclo do empreendedorismo no Brasil

Mas resultados dessas conquistas poderão se fragilizar se a Reforma da Previdência não acontecer e a Tributária não for adequada às finalidades primeiras da modernização do emprego que são o empreendedorismo forte e geração de vagas, alertou dirigente empresarial em evento que discutiu o futuro trabalho.

Por Lúcia Tavares

 


Vander Morales, presidente do Sindeprestem e da Fenaserhtt representou a Cebrasse, apoiadora do evento

Especialistas avaliam que daqui a dois anos o Planeta terá registrado a marca de sete milhões de empregos a menos, a contar de 2015.Tamanha queda e a avaliação de suas consequências levaram a FIPE, o Cenam e a Kwigoo (rede social de educação, qualificação e empreendedorismo) a reunirem, no último dia 21,estudiosos e lideranças empresarias no 1º Fórum O Futuro do Trabalho e o Impacto das Novas Leis no Brasil.

Em sua apresentação na agenda, realizada Espaço Sociocultural – Teatro CIEE no bairro paulistano do Itaim, Vander Morales, presidente do sindicato e da federação nacional das empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Sindeprestem e Fenaserhtt) e membro do Conselho Deliberativo da Cebrasse, apontou a regulamentação da Terceirização e a Reforma Trabalhista como marcos de um novo ciclo do empreendedorismo brasileiro, “porque quebram amarras do passado que cultuavam o emprego vitalício”.

Observando que os jovens querem hoje projetos em curto prazo com os quais possam adquirir experiência e que grandes organizações atuem sem o rigor dessa exigência que eles passam a adquirir na prática, Morales vê o Trabalho Temporário não mais concebido como “bico”, mas como uma oportunidade de colocação no mercado com probabilidade de efetivação, notadamente agora que essa modalidade de emprego é permitida na atividade- fim das organizações – o que permite também o crescimento na abertura de novos campos para os empregadores.

Para o empresário, o cenário é perfeito: o brasileiro é criativo, os jovens querem oportunidades com liberdade de ir e vir, e os donos das empresas sabem o que é melhor para o futuro de seu negócio. Assim, as novas regras legais levam a mais empregos e protegem o trabalhador também em novos formatos de contratação, como o Trabalho Intermitente e o Home Office.

Mas, mesmo se dizendo satisfeito com as inovações instituídas pela regulamentação da Terceirização e pela Reforma Trabalhista “que defendo não apenas por dever de ofício, mas por acreditar piamente no crescimento da oferta de vagas que as medidas propiciam”, Morales salientou a necessidade da intensificação de esclarecimentos à sociedade acerca dos reais benefícios trazidos por esses novos marcos legais do trabalho, ainda apontados por alguns como “precarizadores do emprego”.

O Sindeprestem e a Fenaserhtt ajudarão suas associadas na melhor compreensão das leis, para que atuem forte e saudavelmente nesse modelo mais competitivo de mercado, informou o presidente das entidades, porque é relevante o entendimento de todos quanto à importância da continuidade do emprego efetivo nos campos privado e público; e de que o trabalho temporário e estágios são parte de um ciclo de contratações em determinadas fases da vida das pessoas, inclusive pela modalidade de serviços terceirizáveis.

Adequações na Reforma Tributária serão
cobradas do Executivo

De acordo com Vander Morales, no Brasil que abriga a lastimável realidade do desemprego para cerca de 12,7 milhões de pessoas, as duas recentes conquistas nas relações de trabalho poderão ter seus efeitos postergados ou mesmo ineficazes se as reformas Tributária e da Previdência não forem aprovadas no Congresso Nacional.

No contexto da tributária, disse ser inaceitável uma atividade de mão de obra intensiva com 80% de seus custos em salários e encargos sociais ser tributada em 100% nas alíquotas PIS/Cofins e no INSS. Não vendo justificativas para o governo privilegiar segmentos ao inserir em regimes diferentes alguns que são análogos na prestação de serviços, adiantou que “vamos cobrar isso governo, trabalhando muito e incansavelmente para reverter esse quadro”.

Já tendo se empenhado demais pela aprovação da modernização do trabalho, o Sindeprestem e a Fenaserhtt serão incansáveis para mostrar que esse modelo tributário é prejudicial ao emprego e leva pessoas à informalidade – “isso sim é uma forma de precarizar o trabalho numa hora em que o País ainda tem 12,2% de sua força de trabalho fora do mercado”, criticou Morales.

Gravíssima, a situação precisa ser revertida imediatamente para estimular o empreendedor por meio da adequação na carga dos tributos, asseverou o dirigente empresarial, para quem o mesmo governo que se preocupou e apoiou as conquistas do mercado na modernização das relações trabalhistas poderá anular esses avanços se trouxer aumento da carga tributária, “um retrocesso muito grande que o Executivo tem que analisar com muita responsabilidade”.

Apoio à Reforma da Previdência que
quebre privilégios do setor público

O atual sistema previdenciário consome muitos recursos para bancar uma casta de privilegiados em categorias do funcionalismo público, enquanto são prejudicados os trabalhadores do setor privado, principalmente os de menor faixa salarial, afirmou Morales, que vê a sociedade claramente atenta e indignada com tamanhos disparates.

Para ele, a comunicação do governo falhou na exposição das necessidades da Reforma da Previdência ‘‘por não ter batido forte nessas benesses inadmissíveis dentro da máquina pública”. Defendendo um funcionalismo público com regras e padrões de decência, afirmou que se a categoria quiser ter privilégios, deve se autofinanciar. “Queremos uma gestão pública que respeite o empreendedores, porque não somos nós nem os nossos trabalhadores contribuintes do INSS que devemos sangrar para bancar essa classe pequena e privilegiada demais”, conclui.

Nota da Redação: Estudo da Câmara dos Deputados e de Grupo Técnico de Previdência do governo federal apontou que 2016, a aposentadoria de um funcionário público da União com 60 anos de idade custou R$ 3,34 milhões para os cofres do governo, considerando-se sua expectativa de vida em torno de 80 anos. Já a de um trabalhador da iniciativa privada contribuinte do INSS, nas mesmas condições de idade e tempo de vida custar, em média, R$ 1,1 milhão aos cofres públicos. Em 2017 o regime de Previdência Social dos funcionários custou R$ 122 bilhões – quase 2% do PIB e mais de 9% da despesa primária para as aposentadorias de um milhão de funcionários públicos federais.

"Adaptar-se, antes que seja tarde”, alerta Giosa

Organizador do 1º Fórum O Futuro do Trabalho, o vice-presidente Institucional da Cebrasse, Lívio Giosa, disse que a agenda levantou questões pertinentes e ainda não totalmente esclarecidas, além de trazer opiniões de especialistas no mercado de trabalho.

“O nosso objetivo ao promover esse evento foi ressaltar a importância do tema para a sociedade, além discutir as consequências que as leis trabalhistas recentemente aprovadas vão trazer ao país. “O futuro do trabalho ainda é incerto. O avanço da tecnologia, o envelhecimento da população e as novas leis entrando em vigor são fatos que estão promovendo transformações no mercado de trabalho e precisam ser discutidos”.

“Neste momento em que o mundo se volta para o futuro, o que nos espera? A tecnologia avança ameaçando eliminar milhares de empregos, mas também promete criar tantos outros. Qual o impacto disso para as profissões? Precisamos nos adaptar antes que seja tarde”, declarou Lívio Giosa ao abrir a programação.

Retorno é maior quando se investe na educação infantil

Secretário de Desenvolvimento Social do governo do Estado de São Paulo, Floriano Pesaro (ao centro, na foto) afirmou que a análise de programas de educação nas diferentes faixas etárias e estudos realizados por economistas demonstram que a taxa de retorno para cada dólar investido é maior quanto mais cedo for realizada a intervenção. Assim, para cada dólar investido nas crianças no início da vida, de US$ 7 a US$12 foram devolvidos à sociedade

No longo prazo, esses investimentos resultam em adultos produtivos e bem ajustados socialmente, que contribuem para o crescimento econômico do país e ajudam a romper o ciclo intergeracional da pobreza.

Assim, o investimento na educação resulta em melhores salários, pela menor dependência desses indivíduos de programas de assistência social, pelo maior acúmulo de bens e pelas famílias mais saudáveis. Esses auxílios não apenas nivelam as condições das crianças oriundas de meios desfavorecidos, mas também constroem sociedades melhores, mais justas e mais prósperas. O futuro vai exigir mais qualificação e facilidade de adaptação às novas exigência do mercado – um caminho inexorável, afirmou Pesaro.

Cebrasse na campanha contra os altos juros bancários

No último do 13, o assessor Parlamentar da Cebrasse Ermínio Lima Neto representou a entidade no lançamento da campanha Chega de Engolir Sapo, pela qual a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP combate os juros mais altos do mundo cobrados dos consumidores brasileiros.

A agenda reuniu líderes da Indústria, Serviços, Comércio e Agricultura que representam milhares de empresas e milhões de emprego, aos quais Skaf recordou que em setembro de 2015 a federação realizou a campanha Não Vou Pagar o Pato, de forte apelo popular e exitosa no impedimento na batalha contra aumento de impostos. “O Sapo inicia hoje sua carreira, seu trabalho, sua missão”, declarou o empresário no dia do anúncio da nova campanha.
Lima Neto recorda estudos elaborados pela FIESP apontando que a taxa Selic está em 6,75% ao ano, mas os juros do cartão de crédito e do cheque especial, chegam aos inacreditáveis 323% e 334% respectivamente ao ano; e afirma que o mote da campanha se sustente na diferença entre o que os bancos pagam e o eles cobram da sociedade.

Após relatos do assessor detalhando o quanto esse cenário diminui o potencial de investimentos pelas empresas e emperram o crescimento do país, o presidente da Cebrasse, João Diniz, decidiu pelo engajamento da Cebrasse também em mais essa ação da Indústria paulista, junto a entidades de diversos setores, nos níveis municipal, estadual e federal. “Como fizemos na campanha do pato contra toda e qualquer possibilidade de aumento de impostos”, salientou o dirigente empresarial.


CLIQUE AQUI E SAIBA COMO COMPARTILHAR INFORMAÇÕES SOBRE A CAMPANHA CHEGA DE ENGOLIR SAPO, DA FIESP

 

Você sabe como funciona a participação da testemunha na Justiça do Trabalho? Como se dá a convocação ou intimação para ser testemunha do empregado ou do empregador? Saiba que há garantias e regras par exercer esse papel fundamental ao esclarecimento dos fatos perante o juiz do Trabalho.

No vídeo abaixo, há informações também sobre possibilidade de pagamento de multa por quem mentir perante o juiz, como previsto na Lei da reforma Trabalhista. Nesta matéria, o canal do TRT-2 traz reportagens, séries, registros de eventos, cursos e palestras e outras produções em vídeo para aproximar cada vez mais o Tribunal dos trabalhadores.

O presidente da Cebrasse, João Diniz, solicita que associados à entidade “assistam e divulguem ao máximo o belo vídeo em prol da Reforma Trabalhista”.

Assista aqui á íntegra das orientações

Autoridade da África do Sul responsável pela segurança privada no país confirma apoio à missão empresarial organizada pela Fenavist

14 de Março de 2018

Na última segunda-feira (12), o vice-presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), Ivan Hermano filho, se reuniu com o Embaixador da República da África do Sul no Brasil, Ntshikiwane Joseph Mashimbye.

No encontro, o embaixador entregou um documento à Fenavist que confirma o apoio da autoridade responsável pela segurança privada no país africano a missão empresarial que a Federação irá realizar este ano.

Com a confirmação do apoio, a Fenavist intensifica os preparativos para a viagem, que deve ocorrer em outubro. A ideia é conhecer, discutir, debater e trazer novos modelos e concepções sobre a segurança privada para o Brasil a partir da experiência sul-africana.

O intercâmbio de informações com outros países tem sido um dos marcos da Fenavist nos últimos anos. A troca de conhecimento é fundamental para o desenvolvimento da segurança privada no Brasil.

Fonte – Assessoria de Comunicação da Fenavist

Forum Pulire América 2018

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O presidente do SEAC-PR, Adonai Arruda, esteve na sede da Abralimp, em São Paulo, fazendo a primeira apresentação para empresários do setor da 1ª edição do Forum Pulire fora da Europa.

Na ocasião, Adonai pode explicar como funcionará o evento, além de oficializar o primeiro patrocinador oficial, Spartan do Brasil, representada pelo seu diretor presidente, David James Drake.

O evento, que acontecerá em Curitiba nos dias 9 e 10 de agosto na Universidade Positivo, reunirá cerca de 700 empresários e é um fórum empresarial de grande relevância para o setor na América Latina.

Na programação estão previstos cinco painéis que tratarão de temas como Tecnologia, Sustentabilidade, Dignidade, Qualificação, Gestão da Marca, e dois encontros: o Encontro Laboral e o Encontro Empresarial, ambos com representantes nacionais e internacionais. Além disso, são esperadas as participações de grandes nomes nacionais e internacionais, e entre eles destaca-se: Deborah Guilis (Canadá), Collin Anderson (USA), Mounir Chaowiche (presidente SANEPAR), Ricardo Vacaro (RL Higiene/Allia/Instituo Akatu), Davide Guarini (Itália), Divan Cruz (Itaipu), Norman Arruda (presidente ISAE/FGV), Sergio Casela (Itália), entre outros.

Fonte: Assessoria de Imprensa do SEAC-PR

Desde o início de março, as inscrições para a participação dos restaurantes no Festival Brasil Sabor já estão sendo preenchidas. Tradicional no país, o evento, organizado pela Abrasel com patrocínio da Ambev, é considerado o maior festival gastronômico do planeta. Em 2017, contou com 528 estabelecimentos participantes, número que promete ser ainda maior este ano, graças ao sucesso da última edição.

Com o tema “Original do Brasil”, a proposta é que para participar do Festival, que acontece de 17 de maio a 3 de junho, os restaurantes inscrevam receitas que representem a “comida da região”, valorizando os ingredientes e as técnicas de preparo locais. Além disso, os pratos preparados devem ser oferecidos durante o período do evento a um valor promocional.

Vinicius Donadio, diretor-executivo da Abrasel no Norte do Paraná, conta como está o clima para o Festival na região: “Estamos com boas expectativas. Com a volta do crescimento econômico no nosso setor, mesmo que modesto, os empresários estão mais otimistas e animados para participar do festival, que ajuda a divulgar os estabelecimentos e alavancar as vendas”. Ele conta que um dos objetivos da Abrasel no Norte do PR esse ano é criar um envolvimento do público com o restaurante. “O cliente poderá avaliar e opinar sobre o prato escolhido e decidir se deve entrar ou não no cardápio. Com esse conceito, vamos estimular a criatividade em novas receitas, e valorizar ingredientes encontrados na própria região. E quem ganha com isso é o cliente”, finaliza.

Os restaurantes interessados em se inscrever para o festival devem entrar em contato com a Abrasel em seu estado ou região. Mais informações em www.abrasel.com.br/seccionais-e-regionais

CENTRAL BRASILEIRA DO SETOR DE SERVIÇOS – CEBRASSE
AVENIDA PAULISTA, 726, 7ºAND. J.710 – CEP 01310-910
CERQUEIRA CÉSAR – SÃO PAULO/SP
TELEFONES (11) 3251-0669 / 3253.1864