Cebrasse repudia depredações e invasões de prédios públicos

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Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto. - Marcelo Camargo/Agência Brasil
Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto. - Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em reunião realizada nesta segunda-feira, 9, para tratar sobre as medidas em relação a Convenção 158, o presidente da Cebrasse João Diniz afirmou que discorda veementemente com as depredações e invasões dos prédios públicos ocorridas no domingo, 8. Ele afirmou que os depredadores devem ser punidos, inclusive os seus financiadores.

“O que foi feito fugiu totalmente a legalidade e deu munição para que toda oposição seja tachada de nazista, terrorista e genocida, conforme o próprio presidente Luiz Inácio mencionou ontem. Então foi um verdadeiro desserviço para a direita legalista e ordeira o que aconteceu. Sem contar que foi um movimento totalmente sem fundamento, sem propósito, sem liderança e a Cebrasse não coaduna de forma alguma com a atitude”, disse João.

A presidente em exercício da FENEP, Amábile Pacios fez um panorama do clima que está em Brasília um dia após as invasões. “O afastamento do governador do Distrito Federal Ibanês Rocha machuca a população e a minha preocupação são as consequências sobre o empresariado”, disse.

DEFESA DO SETOR

Sobre o trabalho de defesa do setor, João Diniz afirma que a eleição de Rogério Marinho a presidência do Senado será um contraponto ao governo federal, especialmente em pautas como a Reforma Tributária, assessorada por Bernard Appy e a revogação da Reforma Trabalhista.

O advogado e professor Hélio Gomes Coelho Júnior afirmou que o que se pretende na Reforma Trabalhista é alterar alguns pontos como modelo de trabalho do Uber e a Contribuições aos sindicatos. “Hoje em dia observa-se que quanto mais organizada a entidade e sindicato ou federação, menos filiados. Depois da reforma, a sindicalização caiu para números muito inexpressivos e isso tem que ser revisto”,

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