Mediação e arbitragem podem resgatar segurança jurídica, incrementar investimentos, salvar empresas da morosidade do Judiciário. Neste artigo, explicamos o abc dessas novidades
Uma tese que defendemos nestes boletins tem sido a de denunciar a pretensão ambiciosa da corporação da Justiça do Trabalho de expandir seu poder, o que faz multiplicando conflitos; o que, por sua vez, justifica pedidos de verbas orçamentárias cada vez mais elevadas.
Temos insistido em várias teses sobre a proliferação de litígios trabalhistas no país e suas consequências nefastas, que devem ser enfrentadas em 2016.
Época de crise, os pagamentos de pequenos valores feitos por empresas ou pessoas físicas devem ser analisados com mais cuidado, a ver se pode ser economizados, compensados ou até recuperados.
A JT tem ampliado os casos que julga serem de sua responsabilidade, tirando-os de outras áreas da Justiça que, soterradas em processos, nada fazem para se opor.